Naturalmente os empresários veem percebendo a necessidade de prevenir demandas judiciais para manter a saúde da empresa. Trata-se da visão da nova advocacia e tecnologia jurídica que surge no País.

Desse modo, os advogados passaram a se aventurar em pesquisas jurídicas para prevenir seus clientes, ao invés de apenas defendê-los.

Em outras palavras, começa-se a abandonar a figura do advogado que apenas ajuíza e contesta ações.

A nova advocacia adota postura proativa, cuidando de precaver a pequena e média empresa de litígios judiciais, utilizando-se de tecnologia jurídica, como a advocacia preventiva, planejamento jurídico e proteção patrimonial; ferramentas inovadoras que contribuem para oferecer maior segurança as empresas.

Surge então um novo tipo de advogado, um novo jeito de exercer a advocacia, distante do processo litigioso, de audiências, e mais próximo do empresário, da empresa e dos administradores, buscando a segurança jurídica, crescimento e qualidade empresarial.

O direito, assim como as ciências exatas ou biológicas, é capaz de inovar e buscar novas tecnologias jurídicas para atender a demanda de seus clientes.

Além das inovações no âmbito dos tribunais e no âmbito acadêmico, há inovação tecnológica na advocacia, no momento em que os advogados passam a atuar com proatividade e eficiência para impedir litígios, e dar bom andamento a empresa.

O advogado deve ter domínio jurídico e apresentar todas as ferramentas essenciais ao pequeno e médio empresário, para:

  • Prevenir os problemas judiciais;
  • Proteger o patrimônio;
  • Realizar a sucessão patrimonial em vida;
  • Reduzir e otimizar cargas tributárias;
  • Resolver conflitos entre os sócios e destes com a sociedade;
  • Realizar operações comerciais de M&A (fusões e aquisições), bem como, de investimento em Private Equity e Venture Capital.

Veja: atuação especializada no Direito Empresarial e Societário.

Entretanto, o advogado não deve apenas se limitar ao domínio do conhecimento jurídico, pois, apesar de ser necessário não é suficiente.

Logo, é fundamental que o advogado possua conhecimento em:

  • Gestão estratégica da empresa;
  • Contabilidade;
  • Controladoria e gestão de riscos;
  • Governança corporativa; 
  • Valuation (avaliação de empresas);
  • Negociação estratégica, etc;

Tudo isso para auxiliar os administradores e sócios em todas as decisões e estratégias empresariais, focando sempre no crescimento da empresa.

Os advogados devem estar atentos para que os empresários tenham sucesso no seu empreendimento.

Para isso, devem possuir todas as ferramentas possíveis para tornar o crescimento realidade.

As pequenas e médias empresas devem se atentar para a nova advocacia, aquela que não mais espera o litígio acontecer. Ou seja, aquela que atua com eficiência e de forma proativa para que a demanda judicial não apareça, sempre orientando os sócios e administradores em suas estratégias empresariais. 

           

           


Kim Medeiros

Kim Ferreira de Melo Medeiros, Bacharel em Direito pela UNIRN, Consultor Jurídico e Advogado pós-graduando em Direito Societário pela Faculdade Brasileira de Tributação, membro da Comissão de Direito Empresarial da OAB/RN, da CDL Natal/RN e da Rede Potiguar de Mentores.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

pt_BRPortuguese (Brazil)
pt_BRPortuguese (Brazil)